História de pescadora

O Homem é produto de seu meio!
Nesta semana que se comemora o “Dia do Pescador”, resolvi fazer uma homenagem a eles. Aqueles pescadores que tem consciência de que, é de suas mãos, a responsabilidade de proteger os rios e as matas ciliares. São aqueles que não cortam árvores e nem jogam lixo nas margens dos rios e lagos. São os que devolvem o peixe ao seu habitat natural, ficando apenas com o que irá se alimentar. São a estes pescadores que dedico todo meu respeito e carinho!
A foto abaixo tirei em uma de “minhas andanças” como pescadora. Como boa observadora, passei a analisar a mata ciliar desta região e percebi o quanto ela foi devastada para formação de agricultura.
Então, como “contadora de história”, vou aproveitar pra falar um pouquinho sobre mata ciliar.
O que é Mata Ciliar?
Mata ciliar é a formação vegetal localizada nas margens dos nos, córregos, lagos, represas e nascentes. Também é conhecida como mata de galeria, mata de várzea, vegetação ou floresta ripária. Considerada pelo Código Florestal (Lei Federal nº 4.771/65) como “área de preservação permanente”, com diversas funções ambientais, devendo respeitar uma extensão específica de acordo com a largura do rio, lago, represa ou nascente.
Esta área deve manter-se intocada e caso esteja degradada deve-se prever a imediata recuperação. A mata ciliar reduz o assoreamento dos rios, deixa a água mais limpa, facilitando a vida aquática. A ausência da mata ciliar faz com que a água da chuva escoe sobre a superfície, não permitindo sua infiltração e armazenamento no lençol freático. Com isso, reduzem-se as nascentes, os córregos, os rios e os riachos. Essas áreas naturais possibilitam que as espécies, tanto da flora, quanto da fauna, possam se deslocar, reproduzir e garantir a biodiversidade da região.
Sabendo de tudo isso, nossa missão é ajudar a cuidar destas áreas de preservação ambiental.
No futuro, você irá encher o coração de alegria ao ver um pescador contar exageradamente, o tamanho do peixe que ele pescou em um rio que você ajudou a preservar.
Que tal começar observar o que está a sua volta? Que “História” irá contar aos seus netos?
Vale até, “história de pescador”!
Helena Bernardes

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